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02/12/2018 12:57

Christiane Torloni reflete sobre empoderamento e afirma: 'Tenho muita pena de quem julga'

Se em O Tempo Não Para, Carmen é uma mulher independente e segura de si, longe das câmeras a atriz Christiane Torloni, que interpreta a personagem na novela das 7, não fica atrás. Com uma vida dedicada à arte, ela conta que a paixão vem de berço. "Eu sou, literalmente, filha da arte. Meus pais são da primeira turma da Escola de Artes Dramáticas (EAD) do Brasil, Geraldo Matheus e Monah Delacy", lembra.Acostumada a conciliar projetos na TV, no teatro e no cinema, até pouco antes de voltar às novelas (a última havia sido Velho Chico, em 2016) a atriz estava em turnê com o espetáculo "Master Class", em que vivia a cantora lírica Maria Callas. "Fizemos doze cidades em doze semanas, lugares incríveis do Brasil. São oportunidades de encontrar o público. É como o Bituca [Milton Nascimento] diz: 'Todo artista tem de ir aonde o povo está'. Você sai daquela caixinha pretinha 4K e vai para um 3D visceral, que é estar no palco de um teatro encontrando o público", diz.Se em O Tempo Não Para, Carmen é uma mulher independente e segura de si, longe das câmeras a atriz Christiane Torloni, que interpreta a personagem na novela das 7, não fica atrás. Com uma vida dedicada à arte, ela conta que a paixão vem de berço. "Eu sou, literalmente, filha da arte. Meus pais são da primeira turma da Escola de Artes Dramáticas (EAD) do Brasil, Geraldo Matheus e Monah Delacy", lembra.Acostumada a conciliar projetos na TV, no teatro e no cinema, até pouco antes de voltar às novelas (a última havia sido Velho Chico, em 2016) a atriz estava em turnê com o espetáculo "Master Class", em que vivia a cantora lírica Maria Callas. "Fizemos doze cidades em doze semanas, lugares incríveis do Brasil. São oportunidades de encontrar o público. É como o Bituca [Milton Nascimento] diz: 'Todo artista tem de ir aonde o povo está'. Você sai daquela caixinha pretinha 4K e vai para um 3D visceral, que é estar no palco de um teatro encontrando o público", diz.
"O teatro é um lugar onde você é testado como artista em todos os sentidos. Isso também nos faz voltar mais fortes para a televisão, o que é muito importante."Christiane também finalizou recentemente um novo desafio no cinema, agora em uma nova função. A atriz dirigiu o documentário "Amazônia, o Despertar da Florestania", que teve suas primeiras exibições no Festival do Rio deste ano e agora passa por outros eventos do país. "É um projeto que já tem quatro anos. Estava me dedicando a isso e também me reciclando para poder vir oxigenada para esse novo trabalho na TV".
"Na verdade, você não para de trabalhar, mas se oxigena. Isso faz com que, quando volte, tenha uma coisa a mais que você também não sabe o que é. Só vai descobrir no próximo trabalho." FORÇA FEMININAPara a atriz, que descreve Carmen como "um personagem luminoso", as mulheres vivem um momento especial em sua história. "Acho que estamos herdando uma luta enorme. O século 20 foi magnífico nesse sentido, porque grandes lutas foram concluídas e deram força para outras serem iniciadas no século 21", diz.
"Acho que é uma sorte e uma grande oportunidade para todas nós, não importa de que faixa etária sejamos, de sermos um pouco felizes sendo mulheres."Christiane também acredita que este é um momento de recuperar a autoestima e o orgulho femininos. "Antes, de algum jeito, as pessoas falavam: 'Que karma vir mulher nessa vida, da próxima vez quero voltar cachorro, gato, homem!'. Acho tão bonito estarmos vivendo um tempo em que a mulher pode se diferenciar, se colorir do jeito que quiser, amar quem quiser, trabalhar no que quiser", diz.
Bem resolvida aos 61 anos de idade, a atriz defende as atitudes de sua personagem e manda um recado para quem se preocupa com a vida alheia: "Tenho muita pena de quem julga", afirma. "Acho que são pessoas que, de alguma maneira, ao invés de estarem vivendo a sua vida, estão fuçando a dos outros. Aí dá um monte de ruga, problema de fígado, de coluna... Todas essas pessoas devem fazer a alegria dos médicos", diverte-se.
"Quem está vivendo está aí curtindo, rindo, melhorando. Não importa se você está com alguém mais velho, mais gordo, negro, branco, menina, menino... É a vida, vamos viver."


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Marcos Davi Andrade

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